Congresso internacional · Eliminação das hepatites
28–30 de abril de 2026 · Banguecoque, Tailândia
MOBHOPE e Hepatos no World Hepatitis Summit em Banguecoque
No World Hepatitis Summit 2026, Tatjana Reić apresentou o modelo croata de parceria em estabelecimentos prisionais e abordou o MOBHOPE numa reunião da OMS/Europa.
Tatjana Reić, da Hepatos, apresenta o modelo de parceria nas prisões croatas no World Hepatitis Summit 2026, em Banguecoque.
28–30 de abril de 2026
Bridging Gaps Behind Bars: A Partnership Model for HCV Microelimination in Croatian Prisons
Tatjana Reić · Hepatos
Tatjana Reić representou a Hepatos no World Hepatitis Summit, realizado em Banguecoque de 28 a 30 de abril de 2026. Na sessão «Hepatitis elimination in prisons», fez a apresentação oral de um póster sobre um modelo de parceria para a microeliminação do VHC nas prisões croatas.
Apresentou também «MOBHOPE: opportunity to impact HBV response through EU project – Croatian perspective» numa reunião da OMS/Europa. As duas intervenções partilharam a experiência croata na eliminação das hepatites e as oportunidades oferecidas pela cooperação europeia através do MOBHOPE.
O MOBHOPE — Mobile Hepatitis Outreach and Prevention Effort — é cofinanciado pela União Europeia através do programa EU4Health. Entre 2025 e 2028, o projeto procura reforçar, uniformizar e alargar os cuidados de saúde móveis para pessoas com maior risco de VIH, infeções sexualmente transmissíveis, hepatites virais e doenças do fígado.
A coordenação cabe à Fundación para la Investigación Biomédica del Hospital Gregorio Marañón, em Espanha. As três unidades móveis são geridas pela Madrid Positivo (UMC), em Espanha, pela Ares do Pinhal (ADP), em Portugal, e pela Hepatos, na Croácia, reunindo experiência clínica, de saúde pública e de intervenção comunitária.
Através de clínicas móveis, diagnóstico no local de prestação de cuidados, participação comunitária e investigação operacional, o MOBHOPE procura promover o diagnóstico precoce, melhorar o acesso aos cuidados e reduzir as desigualdades em saúde. Compreender as barreiras sociais e desenvolver um conjunto comum de serviços para a Europa permitirá criar ferramentas e práticas que outras equipas possam adotar.