Coordenação europeia e três unidades móveis

O MOBHOPE trabalha através de três unidades móveis: a UMC, gerida pela Asociación Madrid Positivo em Espanha; a Ares do Pinhal (ADP) em Portugal; e a Hepatos na Croácia. A coordenação do projeto europeu cabe à Fundación para la Investigación Biomédica del Hospital Gregorio Marañón (FIBHGM).

Coordenação do projeto europeu

A Fundación para la Investigación Biomédica del Hospital Gregorio Marañón (FIBHGM) coordena o projeto europeu MOBHOPE. Esta função de coordenação global do projeto distingue-se da atividade das três unidades móveis.

Visitar a fundação coordenadora

As três unidades móveis

Portugal

Ares do Pinhal, ADP (Portugal)


Investigador principal: Hugo Faria

ONG de redução de danos com mais de 35 anos de experiência no apoio a pessoas que usam drogas, migrantes e comunidades socialmente excluídas. A ADP presta serviços móveis e comunitários — testes rápidos, consultas de hepatologia por telemedicina ou descentralizadas, apoio em dependências e saúde mental — e coordena o rastreio, a referenciação e o acompanhamento nos locais de intervenção em Portugal.

Espanha

Unidad Móvil de Cribado (UMC) · Madrid Positivo (Espanha)


Investigador principal: Dr. Jorge Valencia

A Unidad Móvil de Cribado (UMC) é gerida pela Asociación Madrid Positivo. A unidade móvel de rastreio pioneira de Madrid disponibiliza testes de fácil acesso na rua e ligação aos cuidados para hepatites virais, VIH e IST entre pessoas em situação de sem-abrigo, pessoas que usam ou injetam drogas e outros grupos com menor acesso aos serviços. Lidera a investigação clínica, a conceção de protocolos e a gestão de dados do projeto.

Croácia

Sociedade Croata para as Doenças Hepáticas «Hepatos» (Croácia)


Investigadora principal: Tatjana Reić

Organização centrada nos doentes que gere o Mobile InfoHep Centre (MIHC), reconhecido pela OMS. A Hepatos disponibiliza testes de VHB, VHC e VIH no local, avaliação hepática com FibroScan® e ligação imediata aos cuidados especializados em contextos comunitários e prisionais. Lidera a intervenção de proximidade, a educação e a participação nas políticas a nível nacional.

Em conjunto, o consórcio combina experiência clínica, liderança em saúde pública e intervenção comunitária de primeira linha.